Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

Entervista a Eça de Queirós

 Jornalista: Hoje temos o gosto de intervistar o maior escritor português so século XIX, José Maria .

Eça de Queirós: Boa tarde. É como enorme prazer que estou aqui hoje para participar ne entervista que me propôs.

Jornalista: Boa tarde. Sabemos que nasceu no dia 25 de Novembro de 1845 mas em que localidade?

Eça de Queirós: Nasci na Póvoa de Varzim. Passei grande parte da 

minha infância longe dos meus pais. Até 1855, tinha eu dez anos, fui estudar para o Colégio da Lapa no Porto. Esse colégio era um colégio interno, onde o meu pai era juiz e cujo director era pai de Ramalho Ortigão(que foi meu professor de Francês). Em 1861 matriculei-me em Coimbra, no curso de Direito, que conclui em 1866.

Jornalista: O que fea após a sua fõrmatura?

Eça de Queirós: Após a furmatura, cheguei a estabelecer contacto como advogado em Lisboa, mas rapidamente me apercebi que essa carreira

era pouco promissora.

Jornalista: E quando aos jornais de que fea parte?

Eça de Queirós: Em 1867, fundei e redigi integralmente, durante aproximadamente meio ano "O Jornal de Évora", no qual fiz oposição

política ao governo. Meses depois instalei-me em Lisboa, passando a colaborar com maior regularidade na "Gazeta de Portugal", para a qual 

começara a escrever no ano anterior.

Jornalista: Tenho infornação de que fez uma viagem ao Egipto e Palestina.

O que fez essa viagem importante?

Eça de Queirós: Nessa viagem, tive a honra de assistir á inauguração do do Canal de Suez, acompanhado pelo conde de Resende, com cuja irmã, Emília de Castro Pamplona, me viria a casar em 1886. As impressões dessa viagem ficaram registadas nos textos que intergram o livro "O Egipto" e forneceram um ambiente para o romance "A Relíquia"

Jornalista: Oque escreveu em parceria com Ramalho Ortigão ?

Eça de Queirós: Em parceria, escrevemos uma série de folhetins a que demos o nome de "Mistério da Estrada de Sintra" e ainda "As farpas" que faz uma crítica social.

Jornalista: No mesmo ano, 1870,l o que aconteceu mais de relevante?

Eça de Queirós: Nesse ano, fui nomeado administrador do Concelho de Leiria. Essa curta estadia levou-me a imaginar um ambiente devoto em que decorre "O Crime do Padre Amaro".

Jornalista: E a seguir o que aconteceu?

Eça de Queirós: A seguir ingressei na carreira diplomática, tendo sidonomeado c^nsul em Havana em 1872. Durante esse período, fiz uma longa viagem pelos Estados Unidos e Canadá. Foi nessa fase que redigi o conto "Singularidades de uma Rapariga loura" e a primeira versão de "O Crime do Padre Amaro". Em Dezembro de 1874 fui transferido para Newcastle, onde escrevi "O Primo Basílio".

Jornalista: Na sequência das Conferências do Casino, em 1877o que é que projectou?

Eça de Queirós: Projectei uma série de novelas nas quais fazia uma análise crítica da sociedade portuguesa, com a designação genérica de "Cenas Portuguesas". "O Crime do Padre Amaro", "O Primo Basílio", "A Capital", "Os Maias", "O Conde de Abranhos" e"Aloves e C.a" foram algumas das peças que escrevi.

Jornalista: E a seguir?

Eça de Queirós: A seguir, mais precisamente, entre 1889 e 1892 dirigi a "Revista de Portugal".

Jornalista: Obrigado pela sua colaboração nesta entrevista.

Eça de Queirós: De nada, foi um prazer.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/E%C3%A7a_de_Queiroz 

publicado por didi_winda às 16:29
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Março 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


.posts recentes

. Publicidade

. Entrevista sobre Eça de Q...

. Entervista a Eça de Queir...

. Eça de Queiroz

. Ola

.arquivos

. Março 2007

. Fevereiro 2007

.participar

. participe neste blog

.Contador

PisosBuscadorBajar ManualesAnunciosLibros Ciencia
blogs SAPO

.subscrever feeds